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A volta...

Uma parada no meio da semana. Estive sem computador por mais de dez dias. Queimou a fonte e algumas outras placas. O motivo deve ter sido a variação de tensão da rede de energia elétrica. Tomei uma puta facada pra tê-lo de volta, e, funcionado... Ainda tenho que me sentir um privilegiado, pois o HD e tudo que tinha lá dentro foram preservados. Estaria bem mais fudido se perdesse a caralhada de coisas que guardo por lá. Tudo isto, só pra tentar justificar a minha ausência por aqui, fora a falta de criatividade dos últimos tempos. E quer saber mais? Acho que vou torcer pro Palmeiras ganhar alguns títulos importantes. Só pra castigar a diretoria do meu querido tricolor paulista, pela sacanagem que fizeram com o melhor técnico do país. Sorte dos meus amigos palestrinos. Azar meu, do meu filho e do meu pai.
Escrito por Nelson Peres às 14h50
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Parabéns, minha menina...

Você tava feliz ontem, não é não? beijo do pai (a foto é do tempo em que ainda usava chupeta!)
Escrito por Nelson Peres às 17h01
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Chorar é bom
Quero sentar sobre um tronco de árvore. Sentir o vento na testa. Fotografar a paisagem. Nem se preocupar com as cagadas que fiz por aí. Nem tampouco, com os meus poucos instantes de heroísmo. Ouvir todas as músicas que um dia me emocionaram, e, se possível, deixar algumas lágrimas pingarem sobre o cadarço do tênis.
Escrito por Nelson Peres às 16h47
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Pão com manteiga e café fresco. Não fazer o necessário. Se permitir a não cumprir determinadas obrigações, mais do que urgentes. Sabe aquela sensação de ter prova amanhã e não conseguir estudar? Pois é, é quase isso... Minha vida se transformou numa grande véspera de prova. E já tava na hora de dar uma descansada, não tava não? Porra, podia ganhar uma bolada... Só pra poder descansar mais um pouco. Mas, por enquanto, não tem tido outro jeito, a não ser, parar o que estou fazendo, melhor, o que não estou fazendo, e, voltar pra labuta. Até.
Escrito por Nelson Peres às 16h20
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Um peteleco numa pedra de gelo sobre o granito da pia. Inércia. Falácia dos flácidos. Cada fala sua soa em si um veneno mórbido... Cadafalso. A sua própria imprudência. A minha jurisprudência. Tudo é muito tênue entre o ódio criado por uma palavra maldita ou por um descaso passado.
Escrito por Nelson Peres às 23h53
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Meninos de Kichute
Sobre o livro, nem mais o que falar, além do fato de ser primoroso... No ano passado, dei um de presente para um grande amigo meu, engenheiro. Dois dias depois, ele me ligou feliz da vida pela viagem que a sua leitura lhe proporcionou. Quem viveu naquela época, sabe do que estou falando. Quem não viveu, mas foi criança também, com certeza também vai se deliciar. O livro virou um longa metragem. Não sei extamente quando vai ser lançado. Só sei que já teve duas exibições fechadas, ainda sem os cortes definitivos. Logo deve estar por aí... Enquanto isso, o meu amigo e também autor do livro e co-autor do roteiro do filme, o Márcio Américo, está produzindo alguns making of's. O primeiro deles já está no youtube. Vale a pena dar uma olhada: http://www.youtube.com/watch?v=yF-JYnfOziA
Escrito por Nelson Peres às 14h40
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